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| Restart, fênomeno pop que arranca suspiros apaixonados das fãs. |
O Rock Nacional de hoje está vivendo um dilema, o intitulado "happy rock", que são canções alegres, umas baladinhas sobre namoro adolescente e shopping center. Os criadores dessa nova vertigem do rock, é a banda "Restart" com suas calças verde-limão, camisas decotadas, cabelo repicado e jogado na cara, óculos new wave(óculos modelo antigo) e relógios laranja. Tudo muito colorido e feliz.Um sucesso tremendo que lhes renderam vários prêmios no VMB(Vídeo Music Brasil) da MTV e PMMB (Prêmio Multishow de Música Brasileira) da Multishow, o seu público varia entre 10 à 18 anos, conquistando os corações das garotas e dos pais de todo adolescente dessa idade. O politicamente correto e comportado "Happy Rock" é bem diferente do tradicional Rock And Roll, que tem uma ideologia muito forte e que na década de 80 e 90 fez bastante sucesso no cenário nacional com letras marcantes, de forte impacto social, protestos e rebeldia. As letras e melodias inocentes conquistaram o gosto da mulecada, como é o caso de Débora Ramos de 12 anos que começou a gostar da banda quando uma prima falou sobre eles, ficou interessada e pesquisou no Google e assistiu a participações deles na TV.
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| Débora, 12 anos, "eles são lindos". | | |
" Eu gosto das músicas, do estilo deles, das letras, e porque são lindos". Mas quando perguntamos sobre o que as letras influenciam na vida dela, se diz alguma coisa, olha o que ela nos disse: "Não me influencia em nada, não me diz nada, mas eu gosto do ritmo das músicas e as letras são alegres. Algumas falam de amizade".
Garotas assim como Débora, não entendem o que realmente o happy rock quer dizer mas gostam assim mesmo, por causa da beleza dos meninos e das roupas e etc. A música em si, não as influenciam muito, é mais através do rótulo, que eles se apresentam.
Mas nem tudo são flores, quem curte rock de raíz, o das antigas, não gosta desse estilo e muitos acham uma afronta ao rock nacional, como é o caso de Samuel Brad, baterista da banda Veneno di Rato, que acha um insulto ao cenário nacional. "Eu acho uma merda, o povo só escuta porque está na mídia, sujam a história do rock".
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| Samuel, 20 anos, "eles sujam a história do rock". |
Na opinião dele, a Restart não se encaixa no estilo rock, porque imitam vários estilos, uma mistura estranha, que no final, não tem nada haver com a ideologia que o rock segue e mostra. "As bandas de happy rock parece que fazem uma lavagem cerebral nas pessoas, meio que susbliminarmente, obriga a comprar as roupas que eles usam e os acessórios como relógio, óculos, pulseiras".
Samuel nos disse que a indústria fonográfica está apenas usando esses grupos, como forma de conseguir mais dinheiro sugando o talento dessas, podemos dizer assim, "jovens promessas". Porque nada lhe tira da cabeça para ter sido assim, de uma hora para a outra o sucesso desses rapazes, "com certeza foi a mão de algum empresário com visão de lucro e sucesso, porque a Restart não tem uma história de luta, não sofreram para conseguir instrumentos, arranjar um estúdio, uma gravadora, são garotos paulistas de classe média, não tem akela história de vida marcante que você vê em todo "Rockstar".
Para os fãs da Restart
a revista veja tem uma matéria completa sobre esse fenômeno pop. Mas queremos uma resposta, para essa pergunta: "Será que isso vai durar? Ou será a mesma história das boy bands, os garotos dançantes da década de 80 e 90 como Menudos e Polegar, que depois que os fãs cresceram tem vergonha de falar quem eram apaixonados por eles? Bom, é esperar pra ver.
RESTART e mais uma bandinha passageira!!!!Alguem escuta Menudo ate hoje?Back Street Boys ?Tudo que e moda um dia sai de cena!!!!Tenho pena e da juventude que vai crescer escutano musica ruim e nao vao ter historia par contar para os netos!!!!Abracao velhO!Parabens pelo texto!!!Abracos !ENIO FLAVIO S. OLVEIRA
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ResponderExcluirValew Ênio...Seu Blog tbm é massa d+ velho!
ResponderExcluirE é isso aew mano...Eu particularmente também não gosto!
Mas como jornalista, as minhas matéria tem q ter imparcialidade né, por isso abordei os dois lados da moeda!
Abração!